A Petrobras (PETR3, PETR4) manteve em 2025 os 96% de aderência às práticas recomendadas do Código Brasileiro de Governança Corporativa (CBGC), conforme informe arquivado na CVM nesta sexta-feira, 4 de julho de 2025. O percentual representa o maior índice obtido pela estatal desde 2019, sinalizando evolução consistente na qualidade de suas práticas de governança que se reflete diretamente na credibilidade junto ao mercado financeiro, como evidenciado pela classificação AAA.br recebida na captação de R$ 3 bilhões em debêntures concluída em junho.
A performance atual supera em 2 pontos percentuais o registrado em 2023, quando a companhia atingiu 94% de aderência. A manutenção do patamar elevado demonstra o compromisso da empresa com as melhores práticas de governança corporativa, aspecto fundamental para a confiança dos investidores e a valorização das ações na B3. Esta solidez em governança corporativa sustenta os fundamentos reconhecidos pela Moody's, que em junho manteve o rating Ba1 da petroleira, destacando as sólidas métricas de crédito e o histórico positivo de melhoria operacional e financeira.
O Código Brasileiro de Governança Corporativa apresenta princípios, fundamentos e práticas recomendadas para companhias abertas, servindo como referência para transparência, equidade e prestação de contas. A alta aderência da Petrobras ao CBGC reflete melhorias nos processos internos, relacionamento com stakeholders e estrutura de controles, fornecendo a base institucional necessária para sustentar os investimentos de US$ 111 bilhões previstos no Plano de Negócios 2025-2029.
O relatório completo está disponível no site de relações com investidores da Petrobras, permitindo que acionistas avaliem detalhadamente as práticas adotadas pela companhia. Para investidores, a manutenção deste percentual elevado reforça a maturidade de governança da estatal, fator relevante para decisões de investimento e percepção de risco, complementando a capacidade operacional e financeira demonstrada pelos resultados robustos do primeiro trimestre de 2025, quando registrou lucro líquido de R$ 35,2 bilhões.







