A Azul (AZUL4) informou ao mercado nesta sexta-feira, 4 de abril de 2025, que a CALFINCO Caymans Ltd. teve sua participação acionária relevante reduzida de forma passiva na companhia. A diluição ocorreu em virtude do aumento de capital decorrente da celebração do Acordo Comercial com arrendadores e OEMs, emissão programada para 3 de abril e homologado pelo Conselho de Administração em 2 de abril.

Segundo o comunicado divulgado pela companhia aérea, a quantidade de ações detidas pela Calfinco permaneceu inalterada em 18.632.216 ações preferenciais. No entanto, após a diluição, essa quantidade passou a representar 4,32% do total das ações preferenciais e 1,36% do total de ações emitidas pela Azul.

A Calfinco, sociedade estrangeira regularmente constituída de acordo com as leis das Ilhas Cayman, informou que a redução de sua participação acionária não objetivou alterar a composição do controle ou a estrutura administrativa da companhia aérea brasileira, por ter sido realizada de forma passiva.

A empresa continua sendo signatária do Acordo de Acionistas da Azul datado de 1º de setembro de 2017, conforme alterado pelo Primeiro Aditivo ao Acordo de Acionistas datado de 3 de março de 2021. A instituição financeira Itaú Unibanco S.A. permanece como representante da Calfinco devidamente constituída no Brasil.

O comunicado foi assinado por Alexandre Wagner Malfitani, Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores da Azul, em cumprimento à Resolução CVM nº 44, que determina a divulgação de informações sobre negociação de participações relevantes.

Este movimento ocorre no contexto da reestruturação financeira da companhia, que recentemente encerrou o prazo para integralização de sobras relacionadas ao aumento de capital de R$ 3,37 bilhões aprovado em fevereiro, além de ter avaliado oferta pública de ações como parte de sua estratégia de recapitalização.

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