A Petrobras (PETR3, PETR4) emitiu um comunicado em 8 de outubro de 2024 esclarecendo questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a recente condenação de um trader de energia em Connecticut, EUA, por envolvimento em um esquema de propinas relacionado à companhia.

Continua após o anúncio

De acordo com o comunicado, a empresa informou que a notícia em questão se refere a um desdobramento pontual relacionado a fatos já apurados na 57ª fase da Operação Lava-Jato, deflagrada em dezembro de 2018. A Petrobras esclareceu que o caso trata de uma ação criminal da qual não é parte e que versa sobre fatos antigos, não causando impactos à companhia.

A empresa afirmou que, diante das informações disponíveis, entende que as notícias veiculadas não caracterizam um Fato Relevante. A Petrobras ressaltou que o caso está relacionado a apenas uma fase da Operação Lava-Jato, que vem sendo amplamente comunicada ao mercado desde 2014.

Quanto às providências adotadas, a companhia informou que coopera com autoridades brasileiras e estrangeiras, como ocorreu neste caso específico. A Petrobras reafirmou que foi considerada vítima das alegações investigadas no âmbito da Operação Lava-Jato e que continua adotando as medidas necessárias para a preservação de seus interesses.

O esclarecimento da Petrobras veio em resposta a um ofício da CVM, que solicitou manifestação sobre as afirmações contidas em notícias relacionadas à condenação do trader Glenn Oztemel por um júri federal em Connecticut. Oztemel foi considerado culpado de sete acusações, incluindo lavagem de dinheiro, conspiração e violação do Foreign Corrupt Practices Act.

A Petrobras reiterou seu compromisso com a transparência e a conformidade, destacando que as informações divulgadas refletem apenas as expectativas da administração da companhia e que os resultados futuros podem diferir das atuais expectativas.

Publicidade
Tags:
PetrobrasPETR3PETR4