A Embraer (EMBR3) anunciou em 6 de agosto de 2024 a assinatura de um contrato de crédito sindicalizado de US$ 1 bilhão, com duração de cinco anos. O acordo é uma extensão da operação de US$ 650 milhões divulgada em outubro de 2022 e proporciona à empresa um importante acesso a recursos financeiros a taxas pré-negociadas.
Liderado por bancos como PNC Bank, Crédit Agricole, Citibank, BNP Paribas, Mizuho, Bank of America, Sumitomo Mitsui Bank Corporation, Natixis, JP Morgan, MUFG, Santander, Banco do Brasil, Commerzbank, Morgan Stanley, Bradesco e Goldman Sachs, o acordo permite o acesso a uma linha de crédito rotativa que pode ser utilizada pelas subsidiárias da Embraer nos Estados Unidos e na Holanda, tendo a Embraer S.A. como garantidora.
De acordo com Antonio Carlos Garcia, CFO da Embraer, "a extensão de uma linha de crédito sindicalizada significativa reforça a liquidez da Embraer para os próximos cinco anos, oferecendo um outro passo importante para a estratégia de longo prazo da companhia". Ele acrescentou que "a parceria com instituições financeiras sólidas e renomadas reforça a qualidade de crédito da Embraer".
No início de 2024, a S&P Global Ratings elevou a classificação da Embraer de "BB+" para "BBB-", mantendo a perspectiva estável. A agência de rating destacou que a forte geração de caixa da fabricante de aeronaves, aliada a um maior número de entregas de aeronaves, redução de custos e medidas de eficiência, resultou em um fluxo de caixa livre consideravelmente mais forte em 2023 do que o guidance da empresa ao mercado.
Além disso, a Fitch Ratings revisou a classificação da Embraer de BB+ para perspectiva positiva, enquanto a Moody's elevou a classificação para Ba1 e manteve a perspectiva estável.







