A Americanas (AMER3) divulgou nesta segunda-feira (11) indicadores financeiros gerenciais preliminares e não auditados referentes a 2023 e ao primeiro trimestre de 2024 (1T24), além de atualizações sobre a execução de seu plano de recuperação judicial (PRJ).

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Em 2023, a varejista registrou receita líquida de R$ 14,94 bilhões, lucro bruto de R$ 4,385 bilhões e EBITDA ajustado negativo de R$ 1,622 bilhão. No 1T24, a receita líquida foi de R$ 3,759 bilhões, o lucro bruto chegou a R$ 1,267 bilhão e o EBITDA ajustado alcançou R$ 284 milhões.

A companhia informou que finalizou 2023 com queda na receita líquida consolidada em relação a 2022, resultado da estratégia de redução do varejo digital, sobretudo do modelo 1P (primeiro player). Por outro lado, o varejo físico apresentou melhora gradual a partir do segundo trimestre de 2023, devido à normalização do fornecimento de produtos, mudanças no sortimento e aperfeiçoamento na precificação.

Sobre a execução do PRJ, homologado em 26 de fevereiro de 2024, a Americanas informou que, no primeiro trimestre, realizou pagamentos a credores trabalhistas, micro e pequenas empresas, além de fornecedores colaboradores e de tecnologia. A empresa também efetuou pagamentos a credores quirografários com créditos inferiores a R$ 12 mil e àqueles que aceitaram receber esse valor e renunciar ao montante acima disso.

Em 21 de maio, foi aprovado o aumento de capital da Americanas, no valor mínimo de R$ 12,268 bilhões e máximo de R$ 40,733 bilhões, com emissão de novas ações e bônus de subscrição. O prazo para exercício do direito de preferência na subscrição das novas ações vai até 21 de junho. A homologação do aumento de capital e a nova composição acionária devem ser divulgadas em 11 de julho. A liquidação da oferta de novas debêntures e pagamentos em caixa a credores que optaram pela Reestruturação II devem ocorrer até 12 de julho.

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