A Engie Brasil Energia (EGIE3) aprovou, em reunião do conselho realizada em 2026, a incorporação de sua controlada integral Companhia Energética do Jari (CEJA), sem aumento de capital, emissão de novas ações ou direito de recesso aos acionistas, com o objetivo de simplificar a estrutura organizacional, otimizar a gestão e capturar ganhos de eficiência.
Com a incorporação, a CEJA será extinta e sucedida pela Engie Brasil em todos os seus direitos e obrigações, de acordo com a legislação societária. Como a Engie detém 100% do capital da CEJA, não haverá relação de substituição de ações.
A administração estima que o custo para realização da incorporação seja de cerca de R$ 70.000, incluindo despesas com publicações, registros, auditores, avaliadores, advogados e outros profissionais envolvidos na operação.
Para viabilizar a mudança de titularidade do contrato de concessão da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jari, foi solicitada anuência prévia da Aneel. A companhia informou ainda que a operação não representa fator de risco adicional em relação ao que já consta na seção de fatores de risco do Formulário de Referência 2026.
Uma Assembleia Geral Extraordinária está prevista para 31 de julho de 2026, quando os acionistas da Engie Brasil Energia deverão deliberar sobre a incorporação. Na ocasião da convocação, estarão disponíveis o Protocolo e Justificação da operação, a proposta da administração e o laudo de avaliação, na sede da companhia e nos sites da Engie, CVM e B3.







