Na quarta-feira, 15 de julho de 2026, a Light (LIGT3), em recuperação judicial, informou que dará início, em 16 de julho de 2026, ao período de 30 dias para exercício de 476.947.536 bônus de subscrição (código LIGT13), emitidos no âmbito de aumento de capital privado da companhia, ao preço de exercício de R$ 0,01 por ação, a ser pago à vista.
Cada bônus de subscrição dá direito à aquisição de 1 ação ordinária, nominativa, escritural e sem valor nominal da Light. O exercício poderá ser feito de forma integral ou parcial, a critério do titular, até 14 de agosto de 2026. Após esse prazo, os bônus não exercidos serão extintos de pleno direito.
Os bônus exercidos entre 16 e 22 de julho de 2026 serão homologados em reunião do conselho de administração a ser convocada pela companhia, e os bônus exercidos de 23 de julho de 2026 até o fim do período de exercício serão homologados em nova reunião do conselho após o término do prazo. As ações decorrentes de cada homologação serão creditadas aos titulares em até três dias úteis após a respectiva reunião.
As ações emitidas a partir do exercício dos bônus terão os mesmos direitos das ações já existentes, incluindo participação em eventuais dividendos e juros sobre capital próprio (Juros sobre Capital Próprio) declarados após a data de cada homologação. Essas ações ficarão sujeitas a período de restrição à negociação (lock-up), com liberação gradual: 0% no 1º mês, 15% no 6º mês, 30% no 12º mês, 45% no 18º mês, 60% no 24º mês e 100% no 30º mês, contados da data de cada homologação.
Os titulares com bônus custodiados na B3 devem exercer seus direitos por meio de seus agentes de custódia, seguindo os procedimentos da Central Depositária da B3. Já os investidores com bônus custodiados no Banco Bradesco, como escriturador, precisam dirigir-se a uma agência do banco dentro do período de exercício, apresentar a documentação exigida, preencher e assinar o boletim de subscrição e pagar o preço de exercício em moeda corrente nacional.







