A Simpar (SIMH3) registrou lucro líquido de R$ 213 mi em 2025, alta de 127% em relação a 2024, e EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recorde de R$ 12,8 bi, crescimento de 24,2% no mesmo comparativo. A receita líquida consolidada da companhia atingiu R$ 43,5 bi em 2025, avanço de 6,8% na comparação anual.

No quarto trimestre de 2025, a Simpar apurou lucro líquido de R$ 543,4 mi, revertendo o prejuízo de R$ 223,7 mi do 4T24. O EBITDA do 4T25 somou R$ 4,1 bi, aumento de 55,4% frente ao 4T24, enquanto a receita líquida do período foi de R$ 11,3 bi, crescimento de 5,9% na mesma base.

A margem EBITDA consolidada, desconsiderando a receita de construção, subiu para 29,6% em 2025, 3,9 pontos percentuais acima de 2024, e ficou em 36,4% no 4T25, 11,4 pontos percentuais acima do 4T24. A empresa destacou que o desempenho foi influenciado por recomposição de preços de contratos, precificação de novos serviços, controle de custos e pela venda da Ciclus Rio.

Em 2025, o capex líquido totalizou R$ 6,6 bi, queda de 35,4% em relação ao ano anterior, levando o índice EBITDA/Capex líquido a 1,9 vez, ante 1,0 vez em 2024. A geração de caixa livre após crescimento passou de consumo de R$ 2,4 bi em 2024 para geração de R$ 4,2 bi em 2025, enquanto no 4T25 o fluxo de caixa livre somou R$ 2,5 bi, ante consumo de R$ 839,4 mi no 4T24.

A dívida líquida consolidada da Simpar, excluindo o banco BBC, encerrou 2025 em R$ 39,6 bi, ligeira alta de 1,4% sobre 2024, mas com redução de 4,5% frente ao 3T25. O indicador dívida líquida/EBITDA, calculado para os bonds, caiu de 3,6 vezes no 4T24 para 3,0 vezes no 4T25, menor nível em 15 anos, enquanto o retorno sobre o capital investido (ROIC) produtivo, excluindo o BBC, ficou em 16,6% em 2025, 2,9 pontos percentuais acima do custo médio da dívida de terceiros.

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