A Itaúsa (ITSA4) registrou lucro líquido de R$ 9,6 bi no primeiro semestre de 2026 (1S26), avanço de 22% em relação ao 1S25. O lucro líquido recorrente somou R$ 8,8 bi, crescimento de 12% na mesma comparação, com retorno sobre o patrimônio (ROE) de 21,2% ao ano e ROE recorrente de 19,3% ao ano.
No 1S26, o lucro líquido recorrente IFRS atribuível às investidas foi de R$ 24,0 bi, alta de 10% frente ao 1S25, com ROE recorrente IFRS de 22,8% ao ano. O setor não financeiro contribuiu com lucro líquido recorrente de R$ 602 milhões, aumento de 34% na comparação anual.
A companhia informou que eventos não recorrentes totalizaram R$ 857 milhões no 1S26, elevando o lucro líquido do período. O patrimônio líquido atingiu R$ 93,8 bi, 5% acima do observado no 1S25.
Na gestão de liquidez, a dívida líquida da Itaúsa alcançou R$ 1,2 bi em 30 de junho de 2026, queda de 80% em relação a 30 de setembro de 2022. A dívida bruta somou R$ 3,4 bi, com prazo médio de 6,7 anos e custo médio equivalente a CDI + 1,11% ao ano.
Em proventos, a Itaúsa declarou R$ 2,8 bi líquidos no 1S26, equivalentes a R$ 0,25 por ação, aumento de 3% sobre os R$ 2,726 bi (R$ 0,25 por ação) do 1S25. Do total, R$ 2,3 bi serão pagos como JCP (Juros sobre Capital Próprio) em 28 de agosto de 2026, no valor líquido de R$ 0,20955 por ação, com base nas posições acionárias de 19 de março de 2026 e 18 de junho de 2026.







