Na quinta-feira, 5 de março de 2026, a Petrobras (PETR4) informou que seu Conselho de Administração autorizou o envio à Assembleia Geral Ordinária de proposta de distribuição de remuneração aos acionistas de R$ 8,1 bi referente ao quarto trimestre de 2025. Se aprovada, e considerando os proventos já antecipados, atualizados pela taxa Selic até 31 de dezembro de 2025, a remuneração relativa ao exercício social de 2025 totalizará R$ 41,2 bi.
Segundo a companhia, a correção pela taxa Selic sobre as antecipações de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio) relativas ao exercício de 2025, no valor de R$ 0,6 bi, foi descontada do total da remuneração aos acionistas. A Petrobras destacou que a distribuição segue a Política de Remuneração aos Acionistas, que prevê, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo definido no plano estratégico vigente e cumpridas as demais condições, a distribuição de 45% do fluxo de caixa livre.
A companhia propôs o pagamento de R$ 0,62622908 por ação ordinária e preferencial em circulação, em duas parcelas, integralmente sob a forma de JCP. A primeira parcela, de R$ 0,31311454 por ação, será paga em 20 de maio de 2026, e a segunda, também de R$ 0,31311454 por ação, será paga em 22 de junho de 2026. Os valores serão atualizados pela variação da taxa Selic entre 31 de dezembro de 2025 e as datas de pagamento, incidindo imposto de renda sobre essa atualização, conforme a legislação vigente.
Para os detentores de ações da Petrobras negociadas na B3, a data de corte será 22 de abril de 2026, e os papéis passarão a ser negociados ex-direitos a partir de 23 de abril de 2026. Para os detentores de ADRs negociados na New York Stock Exchange (NYSE), a record date será em 24 de abril de 2026, com pagamentos da primeira e da segunda parcela a partir de 28 de maio de 2026 e 29 de junho de 2026, respectivamente.







