O Banco Pine (PINE4) aprovou em 3 de março de 2026 uma oferta pública primária de ações preferenciais que resultará em aumento de capital de R$ 245.926.068,75, por meio da emissão de 21.860.095 ações a R$ 11,25 cada. Todo o montante será destinado ao capital social do banco, que, após homologação pelo Banco Central e a conversão dos recibos em ações, passará a ser de R$ 1.268.752.897,39.

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A liquidação da oferta será feita inicialmente por meio de Recibos de Subscrição, cada um dando direito a uma ação preferencial após homologação do aumento de capital pelo Banco Central, ato sem prazo definido. Esses recibos passarão a ser negociados na B3 a partir de 5 de março de 2026, com liquidação física e financeira em 6 de março de 2026.

No âmbito da oferta, o acionista controlador do Banco Pine subscreveu 5.400.000 ações preferenciais na etapa prioritária, equivalente a 24,70% do total emitido, desembolsando R$ 60.750.000. A quantidade de ações inicialmente ofertada poderia ter sido acrescida em até 45,45%, mas essa opção não foi exercida.

O preço de R$ 11,25 por ação foi definido pelo conselho de administração após processo de coleta de intenções de investimento junto a investidores profissionais locais e estrangeiros, com base na cotação das ações preferenciais na B3 e na demanda registrada. O banco informou que o preço da oferta não indica os valores que poderão prevalecer no mercado secundário após a conclusão da operação.

O conselho também aprovou a abertura de período de 3 a 9 de março de 2026 para conversão voluntária de ações preferenciais em ordinárias, na proporção de 1 para 1, de modo que as ações preferenciais representem no máximo 50% do total de ações emitidas. Os pedidos de conversão serão atendidos de forma proporcional entre os acionistas que solicitem dentro desse prazo, e o controlador pedirá a conversão da quantidade necessária de ações preferenciais de sua titularidade para cumprir o limite legal.

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