Na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, a Klabin (KLBN11) divulgou os resultados do 4T25: lucro líquido de R$ 168 mi (-69% vs. 4T24), receita líquida de R$ 5,2 bi (-2%) e EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 1,8 bi. Segundo a companhia, as paradas de manutenção programadas em Ortigueira e Correia Pinto afetaram o período.
No ano de 2025, a Klabin registrou receita líquida de R$ 20,7 bi (+5% vs. 2024), EBITDA ajustado de R$ 7,8 bi (+7%) e lucro líquido de R$ 1,7 bi (-18%). A margem EBITDA ajustada foi de 35% no 4T25 e de 38% em 2025, ante 37% em 2024.
A dívida líquida somou R$ 25,9 bi no 4T25 (-22% vs. 4T24) e a alavancagem medida por Dívida Líquida/EBITDA em US$ ficou em 3,3x (3,9x no 4T24). No 3T25, a alavancagem em dólar era de 3,6x. Nos últimos 12 meses, o fluxo de caixa livre foi de R$ 715 mi; os investimentos totalizaram R$ 2,8 bi em 2025 e o ROIC encerrou em 10,5%.
O volume total de vendas no 4T25 foi de 1,03 mi t (+1% vs. 4T24), com 404 mil t em celulose, 353 mil t em papéis e 269 mil t em embalagens. O custo caixa total por tonelada foi de R$ 3.300/t no trimestre e de R$ 3.225/t em 2025, dentro da projeção para o ano.
Em 2025, a companhia anunciou a distribuição de R$ 1,1 bi em dividendos intercalares e R$ 800 mi em bonificação de ações. A Klabin também obteve classificação Triplo A no CDP em Mudanças Climáticas, Florestas e Segurança Hídrica.







