A Petrobras (PETR4) reportou produção total própria de óleo e gás de 2,99 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2025, alta de 11% em relação a 2024 e 2,8 pontos percentuais acima do limite superior da meta (+4%). A produção comercial somou 2,62 milhões de boed, 0,9 p.p. acima do teto da meta anual.

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Segundo a companhia, o avanço decorreu do aumento de capacidade dos FPSOs Almirante Tamandaré e Marechal Duque de Caxias, da manutenção do topo do FPSO Sepetiba, do ramp-up dos FPSOs Maria Quitéria, Anita Garibaldi, Anna Nery e Alexandre de Gusmão, de maior eficiência operacional e de menores perdas por paradas, além de maior produção de LGN. No ano, foram interligados 77 poços e 44 novos poços produtores marítimos entraram em operação.

No 4T25, a produção média total alcançou 3,109 milhões de boe/d, em linha com o 3T25. A produção no pré-sal foi de 2,114 milhões de bpd, equivalente a 82% da produção total. No refino, as vendas internas de derivados atingiram 1.747 mil bpd em 2025 (+1,6% vs 2024) e as exportações de petróleo registraram recorde anual de 765 mil bpd, com novo pico trimestral de 1 milhão de bpd no 4T25. O parque de refino operou com fator de utilização de 91% no ano.

Em reservas, a Petrobras adicionou 1,7 bilhão de boe em 2025, com índice de reposição de reservas de 175% e relação R/P de 12,5 anos. A P-78, no campo de Búzios, iniciou produção em 31 de dezembro, com capacidade de 180 mil bpd e 7,2 milhões de m³/dia de compressão, elevando a capacidade instalada de Búzios para cerca de 1,15 milhão de bpd e permitindo exportação de gás pelo Rota 3.

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