A Petrobras (PETR4) informou que, em 31 de dezembro de 2025, suas reservas provadas de óleo, condensado e gás natural, segundo critérios da SEC (US Securities and Exchange Commission), somaram 12,1 bilhões de barris de óleo equivalente (boe). Do total, 84% correspondem a óleo e condensado e 16% a gás natural.

Em 2025, a adição de reservas foi de 1,7 bilhão de boe. O índice de reposição de reservas (IRR) ficou em 175%, mesmo diante da produção recorde do ano, e a relação entre reservas provadas e produção (R/P) está em 12,5 anos. A companhia atribui a adição principalmente ao desempenho dos campos de Búzios, Tupi, Itapu e Mero, na Bacia de Santos; ao avanço no desenvolvimento de Budião, Budião Noroeste e Budião Sudeste, em águas profundas da Bacia de Sergipe-Alagoas; e a projetos de novos poços em Búzios, Tupi, Marlim Sul e Jubarte, nas bacias de Santos e Campos. Não houve alterações relevantes nas reservas decorrentes da variação do preço do petróleo.

A Petrobras submeteu à certificação mais de 90% de suas reservas provadas segundo o critério da SEC, e a certificadora atual é a DeGolyer and MacNaughton (D&M).

Segundo o critério ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis / Society of Petroleum Engineers), as reservas provadas totalizaram 12,5 bilhões de boe em 31 de dezembro de 2025. As diferenças em relação ao critério SEC decorrem de premissas econômicas distintas e da possibilidade de considerar volumes além do prazo contratual de concessão nos campos do Brasil. A companhia afirma que, considerando a produção esperada para os próximos anos, é essencial seguir investindo na maximização do fator de recuperação, na exploração de novas fronteiras e na diversificação do portfólio no Brasil e no exterior para repor reservas.

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