Na quarta-feira, 12 de novembro de 2025, a Moura Dubeux (MDNE3) aprovou a distribuição de R$ 50,7 milhões em dividendos, equivalentes a R$ 0,60 por ação ordinária. Terão direito os acionistas posicionados em 14/11/2025; as ações passam a ser negociadas ex-dividendos a partir de 17/11/2025, e o pagamento ocorrerá em 26/11/2025, em moeda corrente nacional, sem atualização monetária ou incidência de juros entre a data de declaração e a do efetivo pagamento. Os créditos serão processados pelo Banco Itaú S.A., conforme domicílio bancário e cadastro dos investidores, e, para ações depositadas na B3, por intermédio dos respectivos agentes de custódia.

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Este anúncio reforça a disciplina de capital e a confiança na geração de caixa recente, conectando-se ao avanço operacional registrado na prévia operacional do 3T25, que consolidou a virada operacional com R$ 1,3 bi em lançamentos, R$ 1,1 bi em vendas e uma arquitetura de capital alinhada ao ciclo. Ao manter passivos alongados, combinar debêntures e CRIs e calibrar o ritmo entre obras, aquisições de terrenos e vendas, a companhia preservou flexibilidade financeira para sustentar crescimento e, simultaneamente, remunerar o acionista, mesmo em um trimestre de pico de obras e entregas.

Estratégicamente, o pagamento de dividendos convive com a expansão multissegmento e o uso de estruturas que otimizam o uso de capital, em linha com a avaliação de coinvestimentos com a Direcional/Riva anunciada em 29/09, voltada às linhas Mood (média renda) e Ún1ca (baixa renda), incluindo Faixa 3 do MCMV. Ao reduzir risco de execução, acelerar time-to-market e permitir alocação caso a caso, o modelo de coinvestimento ajuda a escalar o portfólio preservando margens e caixa — combinação que sustenta a capacidade de distribuir proventos sem comprometer o balanço. Essa diretriz foi reafirmada com o memorando de entendimentos não vinculante formalizado em 30/09, que detalhou o rito regulatório (incluindo eventual submissão ao CADE) e a disciplina financeira na avaliação de cada projeto, evidenciando o fio condutor entre crescimento criterioso e retorno ao acionista.

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