Em 4 de novembro de 2025, a Lavvi comunicou o encerramento da oferta pública de CRIs, em três séries, no montante de R$ 400 milhões, emitidos pela Opea Securitizadora e lastreados em créditos decorrentes de notas comerciais da própria companhia. O anúncio, assinado pela diretora financeira e de RI, complementa o Fato Relevante de 6 de outubro e marca a conclusão operacional da captação estruturada na 3ª emissão de notas comerciais aprovada em outubro. Com a oferta encerrada, a empresa converte a autorização em funding efetivo, alinhando o fluxo de recursos ao cronograma de obras e lançamentos do 4T25–2026. Conforme delineado naquele Fato Relevante, os recursos líquidos se destinam à aquisição, construção e reforma de imóveis específicos, mitigando pressão sobre o caixa, alongando perfil de passivos e reforçando a previsibilidade do ciclo de produção.

Este movimento dá continuidade à estratégia de casar captação em recebíveis com o pipeline de projetos e sustentar um ciclo de lançamentos mais intenso, como a própria companhia destacou na prévia operacional do 3T25, que detalhou o funding via CRIs/notas, a expansão do landbank a R$ 10,2 bi e o balanceamento entre Novvo (MCMV) e alto padrão. Ao ancorar a captação em recebíveis e manter disciplina de capital (com permutas relevantes, VSO LTM elevada e estoques recentes), a Lavvi reduz risco de execução, preserva o balanço e prepara o terreno para a janela de lançamentos do 4T25–2026, incluindo o projeto de alto padrão em São Caetano do Sul e a continuidade dos produtos Novvo.

Publicidade
Tags:
LavviLAVV3