Na quarta-feira, 15 de outubro de 2025, a Armac informou que seu Conselho aprovou, em 12/10, a 6ª emissão de debêntures simples, não conversíveis, quirografárias, em 2 séries iguais, totalizando R$ 500 milhões. A oferta será pública, sob registro automático da Resolução CVM 160, com garantia firme de colocação e destinada exclusivamente a investidores profissionais, conforme Resolução CVM 30. As debêntures vencerão em 5 anos e pagarão 100% do CDI acrescido de 1,55% ao ano. A escritura prevê hipóteses de vencimento e resgates antecipados. Os recursos líquidos serão direcionados ao reforço de caixa, fortalecendo liquidez e alongando o perfil da dívida.
Estratégicamente, o movimento consolida a disciplina financeira e a busca por equilíbrio entre crescimento e remuneração ao acionista. Ele dá continuidade a uma trajetória recente em que a companhia calibra retornos sem comprometer investimentos, como visto na distribuição de JSCP aprovada em 9-10-2025. À época, o montante menor em relação a agosto evidenciou prudência na alocação de capital. Agora, ao adicionar funding a CDI + 1,55% com prazo de 5 anos, a Armac cria um colchão de liquidez para atravessar um ambiente de juros ainda elevados, sustentar contratos e preservar flexibilidade para acelerar projetos com seleção de retornos, sem pressionar capital de giro.
A consistência também se nota na previsibilidade operacional e no cuidado com governança, refletidos no ajuste do valor por ação do JCP em 27-08-2025, quando a empresa manteve o montante total e apenas recalibrou o valor unitário após mudanças na tesouraria. Ao combinar uma política de distribuição estável com diversificação de fontes de financiamento de longo prazo, a Armac reforça a narrativa de eficiência e disciplina de capital: ampliar resiliência de caixa, reduzir risco de refinanciamento via prazo alongado e manter espaço para a execução do ciclo de eficiência e rotação de ativos que vem marcando 2025.







