A Orizon (ORVR3) anunciou na terça-feira, 29 de julho de 2025, o registro do projeto de créditos de carbono do Ecoparque Paulínia junto à Verra, com capacidade estimada de geração anual superior a 1 milhão de créditos. O projeto representa o maior da companhia no segmento até o momento e consolida a estratégia de diversificação de receitas através de soluções sustentáveis que já havia se materializado nos contratos de biometano firmados com a Ultragaz.

Continua após o anúncio

A certificação pela Verra, organização de referência global no mercado voluntário de carbono, confere credibilidade internacional ao projeto devido ao elevado rigor técnico na validação. O mercado de créditos de carbono tem apresentado crescimento robusto, com empresas buscando compensar suas emissões para atingir metas de neutralidade climática.

O primeiro período creditício do Ecoparque Paulínia teve início em 1º de novembro de 2022 e poderá ser renovado por até duas vezes, totalizando um período máximo de 21 anos de geração de créditos. Essa extensão temporal oferece previsibilidade de receita de longo prazo para a Orizon, complementando os contratos de 10 anos já firmados para fornecimento de biometano do mesmo ecoparque, aspecto valorizado pelo mercado de capitais.

Este é o quinto projeto de créditos de carbono da Orizon a obter registro no mercado voluntário, consolidando a empresa como player relevante no segmento. A companhia tem investido consistentemente em soluções sustentáveis alinhadas às melhores práticas globais de mitigação das mudanças climáticas, estratégia que se estende também para novos mercados como o protocolo firmado com a Sergipe Gás para fornecimento de biometano.

Com o novo projeto operacional, investidores devem acompanhar a contribuição dos créditos de carbono na receita consolidada da Orizon nos próximos trimestres. A diversificação para economia verde pode representar diferencial competitivo importante em um cenário de crescente pressão por sustentabilidade corporativa.

Publicidade
Tags:
OrizonORVR3