A aprovação do novo programa de recompra de ações pela Moura Dubeux (MDNE3) em 26 de junho representa a continuidade de uma estratégia consistente de maximização de valor ao acionista, sustentada pelos resultados recordes do primeiro trimestre de 2025, quando a empresa registrou lucro líquido de R$ 70 milhões, o maior da história para o período. Com base na cotação atual, o programa pode movimentar aproximadamente R$ 13,8 milhões, permitindo a aquisição de até 1.042.349 ações ordinárias, equivalente a 2% do total em circulação.

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A confiança da administração no potencial de valorização dos papéis se alinha com a tese de investimento apresentada pelo CEO Diego Villar no podcast da XP em junho, onde foram expostos os pilares estratégicos que sustentam a narrativa de crescimento da construtora pernambucana. Simultaneamente, a empresa encerrou o programa de recompra iniciado em junho de 2024, que adquiriu 579.252 ações a preço médio de R$ 13,21, representando um investimento total bem-sucedido de R$ 7,65 milhões em ações próprias.

O novo programa terá duração de 18 meses, iniciando em 1º de julho de 2025 e encerrando em 1º de janeiro de 2027. As operações serão realizadas na B3 a preço de mercado, com intermediação das corretoras Santander, Safra Wealth, Itaú e BTG Pactual. A empresa possui atualmente 53,5 milhões de ações em circulação e 291.382 ações em tesouraria, mantendo uma estrutura de capital enxuta que favorece a flexibilidade estratégica.

Segundo o fato relevante, o objetivo central do programa é "maximizar valor para os acionistas", com as ações adquiridas destinadas à permanência em tesouraria. A estratégia permite posterior cancelamento, alienação ou utilização em planos de stock options para executivos e colaboradores, oferecendo flexibilidade estratégica à gestão de capital da companhia e reforçando o compromisso com a geração de valor demonstrado consistentemente pela administração.

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