A Brava Energia (BRAV3) estabeleceu novo recorde histórico de produção em maio de 2025, atingindo média diária de 88,6 mil barris de óleo equivalente (boe), alta de 8% ante abril. O resultado consolida a trajetória de crescimento iniciada no primeiro trimestre, quando a companhia reportou EBITDA Ajustado recorde de R$ 1,07 bilhão e produção média de 70,8 mil boe/d, e dá continuidade aos sucessivos recordes mensais registrados em abril, com 81,8 mil boe/d.
O campo de Atlanta foi o principal destaque, alcançando aproximadamente 39 mil boe/d para 100% do ativo - seu maior nível desde o início das operações. O FPSO Atlanta tem apresentado eficiência operacional acima do previsto desde dezembro de 2024, período que ainda contempla fase de testes de sistemas com oscilações normais na produção diária. Este desempenho reflete diretamente os investimentos realizados na conexão dos poços 4H e 5H, iniciada em abril de 2025, quando a empresa começou a operar com quatro unidades produtivas no campo.
Papa-Terra também surpreendeu positivamente, registrando o melhor desempenho mensal desde setembro de 2021. A produção offshore da Brava saltou para 54,054 mil boe/d em maio, ante 47,957 mil boe/d em abril, enquanto o segmento onshore manteve estabilidade em torno de 34,5 mil boe/d. O resultado em Papa-Terra supera inclusive o recorde anterior, que havia sido a melhor produção mensal desde dezembro de 2023, registrada em abril, evidenciando a aceleração da recuperação operacional do ativo.
O campo de Manati retomou operações durante maio após período parado, com produção média de 462 mil m³/d de gás nos últimos 10 dias do mês, equivalente a 2,9 mil boe/d na participação de 45% da Brava. A empresa mantém posição de operadora nos principais ativos do portfólio.
O próximo catalisador será a conexão dos poços 2H e 3H em Atlanta, prevista para conclusão entre final de junho e início de julho, quando o ativo passará a operar com seis poços produtores. Esse marco deve elevar ainda mais o patamar produtivo da companhia no segundo semestre.







