A Vale (VALE3) divulgou nesta quinta-feira (28) sua nova Política Corporativa sobre Administradores, que estabelece as diretrizes para o planejamento sucessório, indicação, atração, remuneração, retenção, indenidade, desenvolvimento e avaliação do seu pessoal-chave da administração.
Segundo a mineradora, o objetivo da política é que a empresa "se beneficie da pluralidade de talentos, visando um processo de tomada de decisão cada vez mais qualificado e seguro, alinhado ao propósito da Vale". As regras devem ser observadas pelos órgãos deliberativos e de assessoramento da companhia, bem como pelos acionistas em caso de indicações para o Conselho de Administração.
Entre as diretrizes, a Vale estabelece que o planejamento sucessório deve ser "conduzido de forma transparente e estruturada", considerando a adequação dos membros da administração de forma individual e dos órgãos de governança como colegiados. A política também define qualificações mínimas exigidas dos administradores, como reputação ilibada, alinhamento com o propósito e Código de Conduta da Vale, e não ter conflitos de interesse.
Em relação à remuneração, a Vale afirma que buscará alinhar os interesses e propósito do pessoal-chave da administração aos objetivos estratégicos da empresa e atender às melhores práticas de mercado global. A remuneração do Conselho de Administração seguirá referências e práticas de mercado, podendo ser composta por honorários fixos, participação em comitês e incentivos de longo prazo.
Já a remuneração do Comitê Executivo, diz a política, "deve estar alinhada às boas práticas de governança internacional e ser competitiva no mercado global", permitindo atração e retenção de executivos capacitados. A competitividade do pacote de remuneração será analisada anualmente por meio de pesquisa global conduzida por consultoria especializada.







