A Irani Papel e Embalagem (RANI3) divulgou nesta quarta-feira (31/07/2024) sua tese de investimento, reforçando sua posição como o único pure player brasileiro no segmento de embalagens sustentáveis listado no Novo Mercado da B3. Com mais de oito décadas de experiência e diversos prêmios ambientais em níveis regional e nacional, a companhia registrou uma receita líquida de R$ 1,6 bilhão no acumulado dos últimos 12 meses até o segundo trimestre de 2024.
De acordo com a apresentação, o mercado de embalagens no Brasil totalizou R$ 144,4 bilhões em 2023, sendo R$ 42,5 bilhões nos segmentos de atuação da Irani. Esse mercado apresentou um crescimento anual composto (CAGR) de 26% entre 2019 e 2023, impulsionado por tendências seculares de sustentabilidade e e-commerce. A companhia destacou que as embalagens de fibras são reconhecidas como superiores às alternativas em termos de efetividade de custo, qualidade de proteção, taxa de reciclagem, biodegradabilidade e emissão de CO2.
A Irani enfatizou seu modelo de negócio de economia circular, com 71,5% do volume de matéria-prima consumido proveniente de fibras recicladas. Além disso, a empresa conta com produção própria de energia renovável e base florestal própria, o que garante estabilidade nos custos e no fornecimento. A inovação está no centro da estratégia da companhia, com investimentos em startups e projetos disruptivos.
No âmbito ambiental, social e de governança (ESG), a Irani se destaca por ter um saldo negativo de emissões, remoções superiores a 1,5 milhão de toneladas de CO2e e reconhecimentos como Great Place to Work e Top Ser Humano. A empresa também estabeleceu metas ambiciosas para 2030, alinhadas com sua estratégia.
Nos últimos anos, a Irani apresentou resultados financeiros sólidos, com um CAGR de 14,7% na receita líquida e margens EBITDA acima de 30%. A companhia tem entregado retornos fortes aos acionistas, com um Total Shareholder Return de 142,8% desde seu Re-IPO em 2020, superando o Ibovespa e o Índice Small Cap. Atualmente, a Irani está investindo R$ 1,17 bilhão na Plataforma Gaia, que deve proporcionar uma melhoria significativa no mix de produção e ganhos de eficiência operacional.







