A Sequoia (SEQL3) comunicou que em 25 de junho de 2024 declinou a proposta da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para transação individual de seus débitos tributários. A oferta da PGFN, recebida em 8 de maio, previa descontos de juros e multas, além da possibilidade de amortizar até 70% do saldo com prejuízos fiscais e bases negativas.

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Com essa proposta, o valor original de R$ 147 milhões seria reduzido para R$ 20 milhões, uma queda de 87%. A oferta também englobava débitos em aberto na Receita Federal, totalizando R$ 227 milhões antes dos descontos e amortizações. O prazo de pagamento seria de 30 meses.

Contudo, a Sequoia optou por declinar essa proposta por considerar que os prazos não estavam alinhados com seu fluxo de caixa projetado. A empresa decidiu solicitar uma revisão da capacidade de pagamento ("CaPag") visando obter benefícios semelhantes, mas com prazos mais alongados, de até 60 meses para débitos previdenciários e 120 meses para outros tributos federais.

Segundo a Sequoia, essa abordagem está alinhada com sua "visão sustentável de reestruturação definitiva" da companhia. A empresa informou que manterá acionistas e o mercado atualizados sobre as negociações com a PGFN.

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