A SLC Agrícola (SLCE3) emitiu um comunicado ao mercado em 27 de junho de 2024 para esclarecer acusações de desmatamento ilegal em uma área de 50 hectares na Fazenda Palmares, localizada na Bahia. A empresa refutou categoricamente as alegações de que estaria descumprindo sua Política de Desmatamento Zero, adotada em 2021.
De acordo com o comunicado, a área em questão faz parte de um projeto de recuperação e enriquecimento florestal com espécies nativas, iniciado em 2023 em parceria com um de seus clientes. A execução do projeto já contempla a recuperação da primeira parcela de 100 hectares, incluindo os 50 hectares mencionados na reportagem.
A SLC Agrícola explicou que a área encontrava-se coberta por capim exótico, sendo necessária intervenção para sua devida recuperação com espécies nativas. Essas ações estão devidamente comunicadas junto aos órgãos ambientais responsáveis e mencionadas no Relatório Integrado de 2023 da empresa.
A companhia ressaltou que atualmente possui 112,7 mil hectares de áreas preservadas, representando 35,2% de suas terras, incluindo reservas legais, Áreas de Preservação Permanente (APPs) e remanescentes com vegetação nativa. Essa área equivale a 2,3 vezes o tamanho da cidade de Porto Alegre (RS) ou 104.351 campos de futebol.
O comunicado criticou a forma como a ONG Earthsight, responsável pela reportagem, busca "distorcer fatos comprovados" do compromisso ambiental da SLC Agrícola e criar "fake news" com o objetivo de prejudicar a imagem da empresa. A SLC Agrícola também lamentou não ter sido consultada durante a produção da matéria e informou que está aberta a esclarecer dúvidas por meio de sua área de Relações com Investidores.







