A Vale (VALE3) atualizou suas estimativas para a divisão de Metais de Transição Energética. De acordo com a empresa, os dispêndios totais estimados para os próximos 3 anos, entre 2024 e 2026, são de US$ 650 milhões para capacidade e confiabilidade, US$ 150 milhões em Sudbury e Salobo, e US$ 350 milhões em exploração e desenvolvimento de projetos.
A produção de cobre pode atingir 394-431 mil toneladas em 2026, um aumento de 5% em relação às projeções anteriores, considerando a implementação das iniciativas de revisão de ativos e aumento de produtividade em Sudbury. Já a produção de níquel pode chegar a 209-231 mil toneladas, alta de 10% sobre as estimativas anteriores.
A Vale projeta que os custos all-in de cobre e níquel podem cair 10% em relação às projeções anteriores para 2026, atingindo US$ 3.150-3.600 por tonelada e US$ 10.350-12.150 por tonelada, respectivamente. As iniciativas de revisão de ativos, aumento de produtividade e redução de custos em Sudbury e Salobo contribuem para essa redução.
A capacidade de produção de cobre pode chegar a 500 mil toneladas por ano em 2028 e 900 mil toneladas após 2030, considerando projetos como Hu\'u, Alemão e North Hub. Para o níquel, a capacidade pode atingir 250 mil toneladas em 2028 e mais de 300 mil toneladas após 2030, com contribuições da Indonésia e Thompson.
O EBITDA incremental estimado com as iniciativas de revisão de ativos é de cerca de US$ 400 milhões até 2026 e US$ 1,3 bilhão a partir de 2028, com dispêndios totais de US$ 800 milhões e US$ 3,3 bilhões, respectivamente. A criação de valor adicional é estimada em US$ 2 bilhões até 2026 e US$ 6 bilhões a partir de 2028.







