Em comunicado divulgado em 13 de maio de 2024, a Casas Bahia (BHIA3) informou que recebeu uma correspondência do JPMorgan em 10 de maio de 2024, informando que o banco reduziu sua exposição em instrumentos derivativos referenciados às ações ordinárias da varejista.
De acordo com o documento, em 2 de maio de 2024, o JPMorgan Chase & Co. e as entidades de seu grupo econômico reduziram a exposição a 3.710.075 ações ordinárias da Casas Bahia, por meio de derivativos de liquidação financeira, representando 3,90% das ações ordinárias da companhia.
O JPMorgan esclareceu que, entre operações de compra e venda de ações, não atingiu participação superior a 5% em ações ordinárias da Casas Bahia por meio de aquisições à vista ou derivativos de liquidação física. Dessa forma, o banco pediu que fosse desconsiderado um comunicado anterior enviado em 17 de abril de 2024.
As entidades do grupo JPMorgan detalharam as posições atuais em ações da Casas Bahia, incluindo posições compradas e vendidas em instrumentos de liquidação física e financeira. A instituição reiterou que as negociações com as ações da varejista têm como objetivo exclusivamente o investimento e a proteção de riscos financeiros assumidos em operações com clientes, não representando alteração no controle ou na estrutura administrativa da companhia.







