Trisul (TRIS3) registrou lucro líquido de R$ 44,937 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), redução de 10,0% em relação ao mesmo período de 2025. No semestre, o lucro líquido somou R$ 73,200 milhões, queda de 21,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025.
O lucro bruto alcançou R$ 106,293 milhões no 2T26, alta de 19,2% ante o 2T25, com margem bruta de 28,7%. O lucro bruto ajustado, que considera juros capitalizados alocados ao custo (juros SFH), foi de R$ 120,903 milhões, com margem bruta ajustada de 32,7%. A margem líquida do trimestre ficou em 12,1%, ante 17,0% um ano antes.
Nas operações comerciais, as vendas brutas consolidadas (100%) somaram R$ 559,563 milhões no 2T26, crescimento de 72,4% em relação ao 2T25. As vendas contratadas consolidadas (100%), já líquidas de distratos, atingiram R$ 494,555 milhões, alta de 70,3% na mesma base de comparação, com 806 unidades vendidas no trimestre.
O landbank total da Trisul atingiu R$ 6,8 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) no 2T26, aumento de 14,2% em relação aos R$ 6,0 bilhões do 1T26, considerando projetos on e off balance. Em 30 de junho de 2026, os recebíveis performados somavam R$ 390,8 milhões.
Em eventos de governança e capital, Jorge Cury Neto passou a presidir o Conselho de Administração e Michel Esper Saad Junior assumiu a vice-presidência, enquanto João Azevedo tornou-se diretor-presidente. No trimestre, a companhia pagou R$ 100 milhões em dividendos, equivalentes a 47% do lucro líquido de 2025, cancelou integralmente as ações em tesouraria e aprovou novo programa de recompra com prazo de até 18 meses.






