A Log-In Logística Intermodal (LOGN3) registrou lucro líquido de R$ 133,2 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 431,0% em relação ao 2T25. No mesmo período, a receita operacional líquida somou R$ 777,1 milhões, crescimento de 5,1%, e o EBITDA Ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, com ajustes) totalizou R$ 113,9 milhões, queda de 37,2% frente ao 2T25, com margem EBITDA Ajustado de 14,7%.
O desempenho do lucro líquido no 2T26 foi influenciado principalmente pelo aumento do lucro operacional na linha de outras receitas, beneficiado pela alienação dos navios Log-In Pantanal e Log-In Resiliente, que gerou ganho de R$ 155,4 milhões. O EBITDA consolidado sem ajustes foi de R$ 280,1 milhões, alta de 68,1% na comparação anual, com margem de 36,0%.
Por segmento, a Navegação Costeira e Soluções Integradas apresentou receita operacional líquida de R$ 500,8 milhões, praticamente em linha com o 2T25, e EBITDA Ajustado de R$ 86,4 milhões, redução de 37,8%, com margem de 17,3%. O Terminal de Vila Velha (TVV) registrou receita operacional líquida de R$ 134,3 milhões, alta de 35,5%, e EBITDA de R$ 70,0 milhões, avanço de 70,5%, com margem de 52,1%, o maior EBITDA Ajustado já registrado pelo terminal.
No Transporte Rodoviário de Cargas, a receita operacional líquida foi de R$ 142,0 milhões, crescimento de 4,3% ante o 2T25, enquanto o EBITDA Ajustado ficou negativo em R$ 1,2 milhão, ante resultado positivo de R$ 2,3 milhões um ano antes, refletindo aumento de custos, principalmente com combustível e frete. No consolidado do primeiro semestre de 2026, a Log-In apurou lucro líquido de R$ 95,3 milhões, receita operacional líquida de R$ 1.457,2 milhões e EBITDA Ajustado de R$ 220,4 milhões.
Em 30 de junho de 2026, a companhia apresentava dívida líquida de R$ 1.161,2 milhão e dívida bruta de R$ 1.484,8 milhão, com indicador de alavancagem Dívida Líquida/EBITDA dos últimos 12 meses de 1,3 vez, abaixo dos níveis observados em trimestres anteriores.








