Na divulgação de resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), a Guararapes Confecções (RIAA3) registrou lucro líquido de R$ 167,9 mi, crescimento de 36,2% em relação ao 2T25, alcançando o maior resultado histórico para um segundo trimestre. No período, a companhia destinou aos acionistas R$ 90 mi em JCP (Juros sobre Capital Próprio), equivalentes a R$ 0,1793 por ação.
A receita líquida consolidada somou R$ 2,7 bi no 2T26, alta de 3,3% na comparação anual, enquanto o lucro bruto alcançou R$ 1,7 bi, avanço de 8,5%, com margem bruta consolidada de 63,3%, 3,0 p.p. acima do 2T25. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado atingiu R$ 460,6 mi, crescimento de 12,7% em um ano, com margem EBITDA de 17,1%, aumento de 1,4 p.p.
No segmento de Mercadorias, a receita líquida foi de R$ 2,0 bi no trimestre, subida de 2,3% sobre o 2T25, com EBITDA de R$ 342 mi, 14,7% maior, e margem EBITDA de 17%, 1,8 p.p. acima de um ano antes. A receita líquida de Vestuário totalizou R$ 1,75 bi, avanço de 8,9%, com SSS de Vestuário em alta de 7,8% e margem bruta de Vestuário de 59,2%, aumento de 1,9 p.p. frente ao 2T25.
Em Serviços Financeiros, a receita líquida atingiu R$ 684,2 mi no 2T26, crescimento de 6,5% em relação ao 2T25, e o EBITDA do segmento foi de R$ 118,6 mi, alta de 7,2% na mesma base de comparação. A carteira de crédito total até 540 dias somou R$ 6,9 bi em junho de 2026, com R$ 6,2 bi na carteira até 360 dias, crescimento de 10,1% em 12 meses, e índice de Basileia de 18,2%.
Em 30 de junho de 2026, a dívida líquida apurada em base pro-forma foi de R$ 943 mi, com alavancagem de 0,5 vez o EBITDA dos últimos 12 meses, estável ante junho de 2025; pela métrica pré-IFRS 16, a relação dívida líquida/EBITDA ficou em 0,7 vez. No semestre, o lucro líquido acumulado atingiu R$ 173 mi, mais que o dobro dos R$ 77,4 mi do 1S25, enquanto o CAPEX totalizou R$ 302,1 mi, equivalentes a 6% da receita líquida consolidada.








