Na quarta-feira, 5 de agosto de 2026, a Marcopolo (POMO4) apresentou os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26), com lucro líquido de R$ 271,2 milhões, o que representa queda de 15,5% em relação ao 2T25. A receita líquida consolidada somou R$ 2.373,3 milhões no período, crescimento de 3,0% sobre o mesmo trimestre do ano anterior.
No 2T26, o lucro bruto alcançou R$ 519,7 milhões, retração de 12,4% frente aos R$ 593,2 milhões do 2T25, com margem bruta de 21,9%, inferior aos 25,7% de um ano antes. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 338,6 milhões, recuo de 15,0% na comparação anual, enquanto a margem EBITDA caiu de 17,3% para 14,3%.
A receita no Brasil atingiu R$ 1.462,1 milhões no 2T26, avanço de 11,3% ante os R$ 1.313,7 milhões do 2T25, enquanto as exportações a partir do país somaram R$ 289,9 milhões, alta de 16,2%. Já a receita das operações no exterior totalizou R$ 621,3 milhões, queda de 16,3% em relação ao trimestre anterior, refletindo menor desempenho de algumas controladas internacionais.
No acumulado do primeiro semestre de 2026 (1S26), a Marcopolo registrou lucro líquido de R$ 535,8 milhões, redução de 5,0% frente aos R$ 564,2 milhões do 1S25, com margem líquida passando de 14,2% para 13,3%. A receita líquida no semestre foi de R$ 4.028,5 milhões, ligeira alta de 1,2% em comparação aos R$ 3.982,5 milhões do mesmo período do ano anterior.
A companhia informou ainda que o retorno sobre o capital investido (ROIC) ficou em 23,0% e destacou o desempenho do segmento de micros, que representou 42,5% do volume total do 2T26 e teve crescimento de 122% na receita em relação ao ano anterior.







