A Iguatemi (IGTI3) registrou lucro líquido de R$ 133,8 mi no segundo trimestre de 2026, em visão recorrente, desconsiderando o ganho de capital com a venda de participações no Market Place e Galleria e o resultado dos investidores parceiros em Pátio Higienópolis e Pátio Paulista. No mesmo critério, o FFO (funds from operations, indicador de geração de caixa operacional) atingiu R$ 170,9 mi no 2T26, alta de 21,0% em relação ao 2T25.

Na demonstração gerencial ajustada, a receita líquida recorrente somou R$ 389,0 mi no 2T25 e passou a R$ 396,0 mi no 2T26, avanço de 1,8%. Em base pro forma, que exclui o efeito dos ativos com alteração de participação societária, a receita líquida foi de R$ 354,8 mi no 2T25 e cresceu 11,6%, chegando a R$ 396,0 mi no 2T26.

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado recorrente ficou em R$ 288,4 mi no 2T25 e alcançou R$ 290,6 mi no 2T26, incremento de 0,7%. Em visão pro forma, o EBITDA ajustado passou de R$ 262,3 mi no 2T25 para R$ 290,6 mi no 2T26, crescimento de 10,8%. Nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2026, o EBITDA ajustado totalizou R$ 1,32 bi.

No operacional, as vendas totais dos shoppings atingiram R$ 6,59 bi no 2T26, alta de 4,6% sobre os R$ 6,30 bi de 2T25. As vendas por metro quadrado dos shoppings subiram 4,6%, para R$ 9.609, enquanto o aluguel por metro quadrado avançou 3,3%, para R$ 711. Considerando apenas a área de participação da companhia, as vendas por metro quadrado cresceram 13,3%, para R$ 9.837, e o aluguel por metro quadrado aumentou 11,8%, para R$ 703.

A Iguatemi encerrou o 2T26 com taxa de ocupação de 96,9% da ABL e inadimplência líquida de 0,1%. A dívida líquida somava R$ 2,14 bi em 30 de junho de 2026, com relação dívida líquida/EBITDA de 1,65 vez e dívida líquida/EBITDA ajustado de 1,62 vez, custo médio equivalente a 101,9% do CDI e prazo médio de 4,7 anos, sem considerar o pré-pagamento da 2ª série da 11ª emissão de debênture realizado em 1º de julho de 2026.

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