O Grupo Energisa (ENGI3, ENGI4, ENGI11) registrou consumo consolidado de energia elétrica de 3.807,2 GWh em março de 2026, considerando os mercados cativo e livre em suas áreas de concessão, alta de 5,0% em relação ao mesmo mês de 2025. No primeiro trimestre de 2026, o consumo totalizou 11.037,2 GWh, crescimento de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Segundo a companhia, as principais classes de consumo avançaram em março, com destaque para residencial, industrial e comercial, influenciadas por temperaturas elevadas sobretudo nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste, bom desempenho da cadeia de alimentos, expansão da demanda de clientes relevantes e calendário de leitura maior. Mesmo desconsiderando o efeito do calendário, o consumo seguiria em alta de 4,1%. Todas as nove distribuidoras do grupo registraram crescimento no mês, com maiores variações em EMT (+6,7%), EPB (+5,7%), ESE (+6,8%) e ERO (+8,7%).
No acumulado do 1T26, a classe residencial cresceu 5,1%, com avanço nos três meses do ano, impulsionada principalmente por EMT, EPB, ETO e ERO, em cenário de clima mais quente e expansão de clientes. A classe industrial aumentou 2,8% no trimestre, com maiores taxas em ESE, EAC e EMT, puxadas por segmentos de óleo e gás, alimentos, minerais, frigoríficos e produtores de grãos e derivados, além de novas cargas e ampliações de demanda contratada.
Por região, o Centro-Oeste (EMT e EMS) somou 1.583,8 GWh em março, alta de 5,6% na comparação anual, chegando a 4.556,3 GWh no 1T26, avanço de 4,4%. No Nordeste (EPB e ESE), o consumo atingiu 869,0 GWh no mês, crescimento de 6,1%, e 2.585,0 GWh no trimestre, alta de 4,6%. No Norte (ETO, EAC e ERO), foram 717,8 GWh em março, aumento de 6,3%, e 2.051,5 GWh no acumulado do trimestre, elevação de 3,3%. Já o Sul/Sudeste (EMR e ESS) registrou 636,5 GWh em março, avanço de 0,8%, e 1.844,4 GWh no 1T26, queda de 0,1% em relação ao mesmo período de 2025.
O boletim informa ainda que as perdas totais de energia do Grupo Energisa, medidas como percentual da energia injetada nos últimos 12 meses, ficaram em 12,30% no 1T26, ante 12,32% no 4T25. As informações são preliminares, não auditadas e podem ser detalhadas nos releases de resultados futuros.








