Na quinta-feira, 9 de abril de 2026, a Direcional Engenharia (DIRR3) divulgou prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26), com vendas líquidas de R$ 1,6 bi em Valor Geral de Vendas (VGV, valor total potencial de venda dos empreendimentos), sendo R$ 1,4 bi considerando apenas a participação da companhia, crescimento de 19,3% em relação ao 1T25 e de 4,2% sobre o 4T25.
As vendas brutas alcançaram R$ 1,9 bi no 1T26, ou R$ 1,6 bi na parcela da companhia, aumento de 29% frente ao mesmo trimestre de 2025. No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em março de 2026, o VGV líquido contratado somou R$ 6,4 bi, sendo R$ 5,4 bi na proporção da Direcional, volume 19% superior ao observado nos últimos 12 meses até o 1T25.
A velocidade de vendas, medida pelo índice de Vendas Sobre Oferta (VSO, percentual do estoque vendido no período em relação à oferta), foi de 24% no 1T26, alta de 2,5 pontos percentuais na comparação com o 4T25 e de 0,3 ponto percentual sobre o 1T25, atingindo o maior nível para um primeiro trimestre. O VSO do segmento Direcional ficou em 24% e o da marca Riva em 23% no período.
Os lançamentos do grupo totalizaram VGV de R$ 1,0 bi no 1T26, ou R$ 862,4 mi na participação da companhia, 11,6% acima do 1T25. Desse montante, R$ 704,7 mi (70%) referem-se à marca Direcional e R$ 301,1 mi (30%) à Riva. Nos últimos 12 meses, os lançamentos atingiram VGV de R$ 7,0 bi, dos quais R$ 6,0 bi na fatia da empresa, crescimento de 27% frente ao mesmo intervalo anterior.
Ao fim de março de 2026, o estoque a valor de mercado somava VGV de R$ 5,2 bi (R$ 4,3 bi % companhia), distribuídos em 14.120 unidades, sendo cerca de 3% correspondentes a imóveis concluídos. O banco de terrenos tinha VGV potencial de R$ 60,0 bi (R$ 54,8 bi % companhia), com capacidade estimada para 245.749 unidades, enquanto a geração de caixa operacional foi positiva em R$ 13 mi no trimestre, e o consumo de caixa contábil totalizou R$ 76 mi após efeitos não operacionais.








