A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) registrou lucro líquido regulatório de R$ 1,1241 bi no ano de 2025, crescimento de 13,4% em relação a 2024. No mesmo período, a receita líquida regulatória somou R$ 2,5133 bi, alta de 7,9% na comparação anual.

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O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) regulatório de 2025 alcançou R$ 2,1044 bi, avanço de 12,5% sobre 2024, com margem EBITDA de 83,7%. No quarto trimestre de 2025, o EBITDA regulatório foi de R$ 524,3 mi, 24,4% superior ao 4T24, apoiado pela entrada em operação de Pitiguari e de reforços em Novatrans e TSN, reajuste inflacionário da RAP e redução da Parcela Variável.

O OPEX regulatório, que reúne custos e despesas operacionais, totalizou R$ 408,9 mi em 2025, queda de 10,7% frente a 2024. Segundo a companhia, esse desempenho refletiu otimização de custos de pessoal e de serviços de terceiros, menores provisões para riscos judiciais e iniciativas de digitalização e automação, apesar de gastos não recorrentes com consultorias e da entrada em operação de novos ativos.

Em 2025, a Parcela Variável, que representa descontos na receita por indisponibilidade das linhas, foi de R$ 14,9 mi, o equivalente a 0,53% da receita de transmissão do período, valor 68,3% menor que em 2024. A companhia reportou ainda CAPEX de R$ 1,7828 bi, alta de 78,4% na comparação anual, com destaque para a conclusão de Pitiguari e reforços em Novatrans, TSN e São Pedro, que adicionaram cerca de R$ 67,2 mi em RAP autorizada.

A Taesa informou que, mesmo com o CAPEX recorde, encerrou 2025 com relação dívida líquida/EBITDA regulatório de 4,1 vezes na visão proporcional. A administração afirmou que será submetida à assembleia geral de 29 de abril de 2026 proposta de distribuição de proventos equivalente a 100% do lucro líquido regulatório de 2025, observadas as regras legais e estatutárias.

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