A Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) divulgou o desempenho ESG de 2025, destacando o investimento de R$ 750 milhões na modernização dos sistemas de controle de particulados da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda (RJ), e o atingimento da meta de 28% de representatividade feminina no quadro de funcionários no ano.

Continua após o anúncio

No ambiental, a CSN reportou reduções na intensidade de emissões de CO2 em relação aos anos-base das metas: queda de 7% na siderurgia, 3% no cimento e 8% na mineração. As emissões de material particulado na UPV recuaram 28% frente a 2019, enquanto a intensidade de emissões de aço ficou em 1,95 tCO2e por tonelada de aço bruto, de cimento em 492 kgCO2e por tonelada de cimentício e de minério em 6,52 kgCO2e por tonelada produzida.

Em saúde e segurança do trabalho, após manter a taxa de frequência de acidentes em 1,9 nos últimos anos, a companhia reduziu em 10% o número de eventos com alto potencial de gravidade e fatalidades (PSIF) e em 67% os acidentes com consequência grave (exceto óbitos) em 2025, na comparação com 2024, além de registrar 401 mil horas de treinamento em segurança.

No campo social, além de atingir 28% de mulheres no quadro funcional, houve aumento de 3% no número de mulheres em cargos de liderança em relação a 2024, pequeno avanço na participação de pessoas com deficiência, que passou a 1,8% dos empregados, e investimento de R$ 48 milhões em responsabilidade social pela Fundação CSN, beneficiando 6,2 mil pessoas.

Em governança, a CSN passou a integrar o Pacto Brasil, iniciativa da Controladoria-Geral da União, alcançando 96,25% de conformidade, obteve evolução do score ISS ESG para 51,2 pontos, com classificação B- e "Prime Status", viu seu S&P ESG Score subir de 47 para 56 pontos em 2025 e teve a CSN Cimentos incluída na A List do CDP Climate, enquanto CSN e CSN Mineração alcançaram classificação A- no CDP Água.

Publicidade
Tags:
Companhia Siderúrgica Nacional - CSNCSNA3