Na terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, o GPA (PCAR3) divulgou que registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 572 mi no quarto trimestre de 2025, somando operações continuadas e descontinuadas. No 4T25, a receita líquida foi de R$ 5,1 bi e o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado consolidado alcançou R$ 510 mi, com margem de 10,0%.
Nas operações continuadas, o lucro bruto ficou em R$ 1,4 bi no 4T25, com margem bruta de 27,7%, alta de 0,5 ponto percentual em relação ao 4T24. As despesas com vendas, gerais e administrativas somaram R$ 938 mi, equivalentes a 18,3% da receita líquida, com leve ganho de eficiência frente aos 18,4% de um ano antes.
No acumulado de 2025, a receita líquida do GPA atingiu R$ 19,1 bi, crescimento de 1,7% sobre 2024, enquanto o EBITDA ajustado consolidado foi de R$ 1,75 bi, alta de 5,2%, com margem de 9,2%. O prejuízo líquido consolidado no ano foi de R$ 824 mi, redução de 65,8% em comparação aos R$ 2,4 bi negativos de 2024.
O resultado financeiro líquido pré-IFRS 16 no 4T25 foi negativo em R$ 200 mi, equivalente a 3,9% da receita líquida, e passou a negativo em R$ 325 mi após os juros sobre passivos de arrendamento. Ao fim de 2025, a dívida líquida ajustada pelos recebíveis de cartão de crédito não antecipados totalizou R$ 2,0 bi, com alavancagem de 2,4 vezes o EBITDA ajustado consolidado pré-IFRS 16 dos últimos 12 meses.
O GPA informou ainda que o fluxo de caixa livre operacional dos últimos 12 meses alcançou R$ 669 mi em 2025, 2,6 vezes superior ao período anterior, enquanto o capex ajustado foi de R$ 612 mi no ano, queda de 9% ante 2024. Para 2026, a companhia projeta capex anual entre R$ 300 mi e R$ 350 mi e executa um plano de eficiência com meta de reduzir despesas operacionais em pelo menos R$ 415 mi.







