Nesta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, a Vale (VALE3) atualizou estimativas para 2026: sensibilidade do Fluxo de Caixa Livre para o acionista (FCFE) entre US$ 4,6 bi e US$ 5,7 bi, em termos reais, equivalente a rendimento de 7,0%-8,5%. A companhia também estima Fluxo de Caixa Livre da Vale Base Metals de aproximadamente US$ 1,1 bi em 2026, com base na curva futura de preços, considerando cobre entre US$ 12.738 e 12.870 por tonelada e níquel entre US$ 17.133 e 17.691 por tonelada no período de março a dezembro.

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As premissas do FCFE em 2026 incluem: consenso de EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) proforma de US$ 17,5 bi; investimentos (capex) de US$ 5,4-5,7 bi; US$ 2,1-2,5 bi em despesas financeiras líquidas e impostos; cerca de US$ 0,7 bi em despesas relacionadas a Brumadinho e descaracterização de barragens; US$ 0,9-1,1 bi de coligadas e joint ventures; e US$ 2,7-2,9 bi em outros desembolsos, como juros de debêntures participativas, contratos de concessão ferroviária, transações de streaming e outros. O rendimento foi calculado com base no valor de mercado de fechamento de 19 de fevereiro de 2026.

Para os projetos de cobre, a empresa detalhou o cronograma de investimentos na região de Carajás: US$ 0,3 bi em 2026; US$ 0,4 bi em 2027; US$ 0,8 bi em 2028; US$ 0,9 bi em 2029; e US$ 1,1 bi em 2030, totalizando US$ 3,5 bi entre 2026 e 2030. As estimativas abrangem os projetos de crescimento na região e incluem o projeto Bacaba, em implementação.

As demais estimativas do item 3 do Formulário de Referência permanecem inalteradas, e o documento será reapresentado com a atualização em momento oportuno.

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