A Energisa (ENGI11) atualizou o Formulário de Referência 2025 e projetou investimentos de R$ 7,1 bi em 2026, considerando apenas capital orgânico em subsidiárias. Do total, R$ 6,3 bi são em ativos próprios e R$ 807,8 mi em obrigações especiais (recursos de CDE, CCC, PFC e P&D/PE ou participação financeira de clientes). Os valores estão após crédito de impostos e capitalização de despesas.

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As distribuidoras concentram R$ 6,5 bi, com maiores alocações em EMT (R$ 2,2 bi), EMS (R$ 928,4 mi), ERO (R$ 773,6 mi), ETO (R$ 757,9 mi) e EPB (R$ 530,1 mi). Em transmissão, o plano soma R$ 180,3 mi, com projetos como LT Macapá (R$ 6,1 mi), LT Xingu (R$ 4,7 mi) e LT Taubaté (R$ 703 mil).

Em negócios não elétricos, a companhia prevê R$ 176,3 mi em Negócios de gás e R$ 132,3 mi na ES Gás, além de R$ 109,2 mi no (re) energisa, R$ 42,0 mi na Lurean, R$ 91,4 mi em geração distribuída e R$ 79,4 mi em holdings e outras empresas.

A subsidiária Norgás projeta R$ 197,0 mi nas distribuidoras de gás onde tem participação minoritária em 2026: Copergás (R$ 95,0 mi), Cegás (R$ 57,0 mi), Potigás (R$ 24,0 mi) e Algás (R$ 21,0 mi).

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