A Vale (VALE3) registrou prejuízo líquido de US$ 3,8 bi no 4T25, influenciado por impairment de US$ 3,5 bi nos ativos de níquel no Canadá e pela baixa de US$ 2,8 bi de imposto diferido. No trimestre, a receita líquida somou US$ 11,1 bi e o EBITDA proforma (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de US$ 4,8 bi, alta de 17% a/a e 10% t/t.

Continua após o anúncio

No 4T24, o prejuízo havia sido de US$ 694 mi. O lucro líquido proforma foi de US$ 1,5 bi no 4T25, 68% maior a/a. O fluxo de caixa livre recorrente atingiu US$ 1,7 bi, avanço de 107% a/a, e a dívida líquida expandida fechou em US$ 15,6 bi, queda de 6% t/t.

No ano de 2025, a receita líquida totalizou US$ 38,4 bi (+1% a/a) e o EBITDA proforma ficou em US$ 15,9 bi (+3% a/a). O lucro líquido atribuível foi de US$ 2,4 bi (-62% a/a). O fluxo de caixa livre foi de US$ 5,7 bi e o CAPEX somou US$ 5,5 bi.

A companhia informou US$ 1,8 bi em dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio) a serem pagos em março, além de US$ 1,0 bi em remuneração extraordinária paga em janeiro. A Vale também concluiu a recompra de 23% das debêntures (títulos de dívida) participativas em circulação, no total de US$ 723 mi.

Publicidade
Tags:
ValeVALE3