A Vale (VALE3) informou, em 9 de fevereiro de 2026, que três pedidos de bloqueio patrimonial, apresentados em caráter liminar e que somavam R$ 2,8 bi, foram rejeitados pelos tribunais competentes. Permanece pendente a decisão sobre um pedido de bloqueio de R$ 200 mi.
A companhia destacou que outras medidas liminares de natureza diversa foram concedidas, incluindo a suspensão das operações das unidades de Fábrica e Viga, paralisadas pela própria Vale em 25 de janeiro de 2026, e a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas.
A Vale esclareceu que os extravasamentos registrados nas unidades de Fábrica e Viga, em janeiro de 2026, não têm relação com as barragens da região. Segundo a empresa, as estruturas permanecem com condições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, sete dias por semana. As causas seguem sob apuração técnica, e a companhia coopera com as autoridades, realizando a remoção de sedimentos e a limpeza das áreas afetadas. A Vale manterá o mercado informado sobre novos desdobramentos materiais.







