Na quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, a Vale (VALE3) informou três novas medidas judiciais relacionadas aos extravasamentos de janeiro de 2026 nas unidades de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas (MG). Os pedidos incluem bloqueios patrimoniais de R$ 200 mi pelo Ministério Público Federal (Viga), R$ 1 bi pelo Estado de Minas Gerais (Viga) e R$ 846 mi pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais e o Estado de Minas Gerais (Fábrica).
A companhia afirmou que os extravasamentos não têm relação com as barragens da Vale na região, que permanecem com condições de segurança inalteradas e monitoramento contínuo 24 horas por dia, 7 dias por semana. A Vale segue cooperando com as autoridades e apresentará manifestações nos prazos legais, enquanto as causas são apuradas de forma técnica e estruturada.
Segundo a empresa, já foram iniciadas as ações de remoção de sedimentos e está em desenvolvimento o Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD), conforme compromissos assumidos. A Vale informou que manterá o mercado atualizado sobre desdobramentos relevantes.







