A prévia operacional da Helbor (4T25) mostra aceleração comercial consistente: Vendas Brutas Totais de R$ 661,8 milhões, alta de 15,2% vs. 4T24 e de 38,2% vs. 3T25, com VSO total de 19,7% e participação Helbor de 55,0%. No acumulado de 2025, as Vendas Brutas Totais somaram R$ 2,226 bilhões (+8,9% a/a), sendo R$ 1,230 bilhão da parte Helbor (+6,4%), com VSO total de 48,1% e VSO da parte Helbor de 44,4%.

Continua após o anúncio

Este movimento dá continuidade à disciplina de capital e à conversão de caixa que sustentaram a distribuição de dividendos aprovada em 30 de dezembro de 2025. O cronograma de pagamento até o fim de 2026 preserva a execução do ciclo 2025/2026 e se ancora no avanço operacional: repasses de R$ 462,4 milhões no 4T25 e de R$ 1,973 bilhão no ano — o maior volume da história da companhia. O impulso comercial também foi reforçado por iniciativas táticas, como o evento “Só a Helbor Tem”, e pela gestão de estoques, com 100% dos distratos revendidos no trimestre e ganho médio de preço de 4%.

No 4T25, a Helbor lançou quatro empreendimentos (Casa Piauí, Garden Design Private Park Residence, 2ª fase do Clube Patteo São Bernardo e Neo Concept), totalizando VGV líquido de R$ 959,3 milhões, com 48% de participação própria e VSO de lançamentos de 33,4% (34,9% na parte Helbor). A velocidade de vendas do Neo Concept no fim de semana de lançamento e a maior participação societária indicam execução de uma curadoria de portfólio que combina produtos de alta rotação e projetos-ícone, reforçando controle de margem e previsibilidade de repasses.

As entregas do trimestre (Duo Lifestyle e Patteo São Bernardo) somaram VGV líquido de R$ 330,9 milhões (73% Helbor), com 92% das unidades já vendidas e 46% repassadas. Em 2025, dez projetos entregues (R$ 2,0 bilhões de VGV líquido; 54% parte Helbor) e, em 2024, 12 projetos (R$ 1,9 bilhão; R$ 1,0 bilhão Helbor) sustentam a tese de monetização via repasses. Diferentemente do 3T25, quando o reconhecimento contábil (PoC) atenuou a leitura dos avanços, a prévia do 4T25 explicita a continuidade da recuperação comercial e a base de caixa que embasa a remuneração aos acionistas.

No landbank, o VGV bruto potencial atingiu R$ 10,8 bilhões (61% parte Helbor), com 79% adquirido por permuta — estrutura que reduz desembolso de caixa e dá resiliência ao ciclo. As baixas por lançamentos, a venda seletiva de três terrenos e a atualização de VGV refletindo maiores custos de construção mostram reciclagem de ativos e curadoria geográfica, com foco em São Paulo, enquanto a companhia preserva balanço para sustentar lançamentos e manter o ritmo de repasses em 2026.

Publicidade
Tags:
Helbor EmpreendimentosHBOR3