Entre 15 e 21/12/2025, a ORANJEBTC recomprou 8.000 ações ON ao preço médio de R$ 10,41, não realizou vendas e encerrou o período com 155.668.200 ON fora de tesouraria; o saldo das negociações foi de (R$ 83.290). As reservas somam 3.722,3 BTC, com BTC/Ação de 2,289 sats/ação; o BTC Yield vs 14/dez foi de 0,00% e o YTD atingiu 2,29%. A gestão informou ter estruturado posições em derivativos para adquirir BTC, mas a queda esperada não ocorreu, impedindo o exercício, e aproveitou momentos de mNAV em mínimas para tentar recomprar ações, com execução parcial. Em caso de conversão das debêntures, seriam emitidas 6.966.760 ON, levando a 162.634.960 ON fora de tesouraria. O tom do comunicado preserva a disciplina recente, em linha com a priorização de recompras sob desconto e encerramento de derivativos com lucro (24–30/11).

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Na prática, a companhia segue alternando as alavancas de criação de valor por ação: reduz o denominador via buybacks quando o papel negocia abaixo de 1,0x mNAV e tenta aumentar o numerador (reservas de BTC) quando o preço relativo compensa. O fato de as posições em derivativos não terem sido exercidas na semana reforça a postura de não forçar compras de BTC em condições de execução desfavoráveis, preservando caixa para recompras táticas. Em termos de trajetória, o BTC por ação avançou de 2,279 sats/ação no fim de outubro para 2,287 no fim de novembro e agora 2,289; o BTC Yield YTD evoluiu de 1,88% para 2,23% e 2,29%. Esse padrão dá continuidade à disciplina vista nas recompras de 27–30/10 e à prática de atuar abaixo de 1,0x mNAV, e contrasta com janelas em que a empresa aumentou diretamente as reservas quando a relação preço/mNAV favorecia o numerador.

Outro elemento chave é a gestão do denominador à luz do possível acréscimo de 6,97 milhões de ON por conversão de debêntures: capturar descontos no secundário mitiga parte da diluição potencial e sustenta a métrica de satoshis por ação, enquanto a flexibilidade com derivativos preserva opcionalidade para aumentar BTC quando houver assimetria. A consistência da política — alternar entre recompras, compras de BTC e uso de instrumentos para melhorar preço/execução — vem sendo acompanhada por maior transparência (dashboard e prova de reservas) e por uma linha editorial recorrente que educa o investidor sobre os gatilhos de decisão, reforçada pelo lançamento do canal no YouTube e do podcast para detalhar o playbook de alocação.

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