Nesta quarta-feira, 19/11/2025, a Dexxos informou que a auditoria forense sobre a comercialização de metanol na GPC Química, supervisionada por comitê independente e conduzida pela Ernst & Young, não identificou irregularidades. O trabalho, instalado em 16/09 sob os parâmetros da Resolução CVM 44, avaliou processos de importação, distribuição, venda ao cliente final, testes de transações e análise de dados eletrônicos da GPC, dando sequência ao Fato Relevante de 28/08 e ao Comunicado de 04/09.
Este desfecho consolida a ênfase em governança e transparência adotada desde a reapresentação do calendário de 2025 em 27/10, alinhada ao fato relevante de 28 de agosto e ao compromisso de compliance e diálogo contínuo com investidores. Ao confirmar por auditoria independente a ausência de irregularidades na comercialização de metanol, a companhia reduz o risco de percepção sobre a GPC, reforça a previsibilidade da agenda de RI e cria terreno para que o mercado volte a focar na execução operacional e na alocação de capital.
Do ponto de vista operacional, 2025 vinha combinando um trimestre mais pressionado recentemente com um ano ainda de crescimento e rentabilidade saudável, ao mesmo tempo em que a administração preservou a cadência de comunicação com o ITR de 14/11 e a teleconferência de 17/11, conforme registrado nos resultados do 3T25 e a disciplina de RI (ITR em 14/11 e call em 17/11). Com um ruído relevante de governança dissipado, a narrativa volta aos pilares de execução: ajustar volumes e preços na GPC Química frente à dinâmica de metanol e sustentar a competitividade da Apolo com financiamento de longo prazo e custo eficiente. Nessa frente, a continuidade do plano de funding foi evidenciada pela liberação da segunda tranche do financiamento FINEP para a Apolo em 12/11, que fortalece a estrutura de capital e permite atravessar um ambiente de maior competição no aço sem abrir mão de investimentos essenciais.







