São Paulo, quarta-feira, 12 de novembro de 2025 — São Carlos Empreendimentos e Participações (SCAR3) registrou prejuízo de R$ 22,8 mi no 3T25. Desconsiderando os efeitos do CPC 36 (R3), a companhia teria prejuízo líquido proforma de R$ 6,8 mi. O FFO consolidado recorrente somou R$ 0,9 mi.

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Ante o 3T24, quando o prejuízo contábil foi de R$ 11,0 mi, a receita bruta consolidada de locações e serviços totalizou R$ 41,5 mi, queda de 12,4%; na mesma base de ativos, houve alta de 10,4%.

No segmento Office, a receita de locação cresceu 8,1% para R$ 32,8 mi e o NOI avançou para R$ 27,0 mi. Na Best Center, a receita foi de R$ 7,3 mi, impactada pela venda de ativos, e o NOI ficou em R$ 6,5 mi. O NOI consolidado atingiu R$ 33,5 mi.

O SG&A recorrente somou R$ 15,1 mi, queda de 4,7% na comparação anual. O EBITDA recorrente foi de R$ 25,7 mi; na mesma base de ativos, o EBITDA aumentou 30,9% frente ao 3T24. O resultado financeiro recorrente foi negativo em R$ 21,1 mi.

Operacionalmente, foram assinados 13,8 mil m² em novas locações no trimestre (12,0 mil m² em Office). A vacância consolidada encerrou em 23,1%. A ocupação do FlexOffice atingiu 22,8 mil m², com 45 clientes. A dívida líquida foi de R$ 380,4 mi e o NAV totalizou R$ 2,7 bi (R$ 48,1 por ação); o portfólio foi avaliado em R$ 3,05 bi.

Em desinvestimentos, a Best Center vendeu a loja de rua de São Vicente (SP) por R$ 12,7 mi e a São Carlos alienou o edifício Latitude (RJ) por R$ 2,2 mi. A companhia também informou que, em junho, vendeu um portfólio ao FII TG Renda Urbana Master e, por características das cotas subordinadas, consolidou o fundo conforme CPC 36 (R3).

Segundo a administração, \"as prioridades da Companhia continuam sendo a melhora operacional dos ativos, vendas de imóveis que gerem retorno aos nossos acionistas e a implementação de estruturas e modelos de atuação no mercado imobiliário\".

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