Na quinta-feira, 6 de novembro de 2025, a Magazine Luiza (MGLU3) divulgou o 3T25 com lucro líquido de R$ 84,6 mi, EBITDA ajustado de R$ 711,4 mi (margem de 7,9%) e vendas totais de R$ 15,1 bi.
A margem bruta foi de 31,5%, estável ante o 3T24. O EBITDA ajustado ficou "praticamente em linha" com o 3T24 (R$ 717,6 mi). As vendas em lojas físicas somaram R$ 4,7 bi, alta de 5,2%, enquanto o e-commerce total caiu 5,8%. O lucro líquido ajustado foi de R$ 21,2 mi, ante R$ 70,2 mi um ano antes.
No digital, as vendas foram de R$ 10,4 bi: R$ 6,4 bi no 1P e R$ 3,9 bi no marketplace, que representou 38% do e-commerce. O Fulfillment Magalu atingiu 28% dos pedidos do marketplace no 3T25.
A geração de caixa operacional foi de R$ 534,6 mi no trimestre e de R$ 2,5 bi em 12 meses. A companhia encerrou o período com caixa total de R$ 7,6 bi e caixa líquido ajustado de R$ 1,6 bi. As despesas financeiras líquidas foram de R$ 488,1 mi (5,4% da receita líquida), em cenário de juros de 15,0% no 3T25 versus 10,5% no 3T24.
A Luizacred teve lucro de R$ 68,0 mi. O Magalupay processou TPV de R$ 24,6 bi; a base de cartões foi de 5,9 mi, com faturamento de R$ 14,9 bi e carteira de R$ 19,6 bi. A equivalência patrimonial somou R$ 34,2 mi, majoritariamente da Luizacred.
O Magalog realizou mais de 5,5 mi de entregas para clientes externos no 3T25. A Magalu Cloud obteve a certificação ISO/IEC 27001:2022 e alcançou 1.077 clientes externos. O Magalu Ads lançou "Marcas Patrocinadas" e ampliou anúncios em vídeo.
A companhia lançou o "WhatsApp da Lu", plataforma de AI Commerce hospedada na Magalu Cloud, em implementação para 1 mi de clientes recorrentes, com conversão de vendas três vezes a do app e NPS de 90 pontos.
A teleconferência está marcada para 07 de novembro de 2025, às 09:00 (Brasília). Nas "Considerações Finais", a administração cita Black Friday e Natal e a "expectativa do início de um ciclo de queda na taxa de juros" como vetores do trimestre, além da inauguração da Galeria Magalu.







