Com o fim do prazo de livre ajuste nesta quinta (6/11), a Infracommerce passa a negociar, a partir de 7/11, exclusivamente sob a forma grupada, na razão 20:1, sem alteração do capital social (R$ 893.322.324,69), agora dividido em 117.813.980 ações ON. As frações serão consolidadas e alienadas em leilão na B3, com rateio do produto entre os titulares. O passo encerra a etapa operacional do rito assemblear e reforça a padronização do papel, materializando o calendário definido no grupamento 20:1 aprovado em 7 de outubro.
Importante: o grupamento abrange todas as ações existentes nesta data, inclusive as decorrentes da capitalização de créditos aprovada em 5/9, rerratificada em 14/9 e homologada em 17/10. Com isso, a base já incorpora a migração de passivos para patrimônio, reduzindo despesas financeiras e preservando caixa — eixo central de 2025. Este encaixe fecha o capítulo iniciado com a homologação do aumento de capital por capitalização de créditos em 17/10, ao mesmo tempo em que elimina ruídos de micro-lotes via leilão de frações e melhora a elegibilidade do papel para diferentes mandatos.
Em paralelo, a companhia esclarece que as ações a serem emitidas no aumento aprovado pelo Conselho em 28/10 e rerratificado em 30/10 não serão abrangidas, pois a homologação ocorrerá após 7/11; os efeitos do grupamento já foram refletidos na própria rerratificação. Trata-se de continuidade do desenho de emissões ancoradas em VWAP, com direito de preferência e cronograma transparente — a rerratificação de 30/10 ajustada ao grupamento, com preço por VWAP e preferência. Na prática, o capítulo de hoje consolida a mesma estratégia: capital mais limpo, governança processual e foco na execução do pico sazonal.







