terça-feira, 12 de agosto de 2025 — A CVC (CVCB3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 15,9 milhões no 2T25, com receita líquida de R$ 341,8 milhões (+16,3% vs. 2T24) e EBITDA ajustado de R$ 92,3 milhões, margem de 27,0%.
Na comparação anual, as reservas confirmadas avançaram 15,1% e as reservas consumidas cresceram 17,7%. A margem EBITDA ajustada aumentou 3,1 p.p. ante o 2T24.
No Brasil, a receita líquida subiu 16,0% e o take rate atingiu 9,7% (+0,3 p.p.), apoiado por maior participação de B2B e menor venda de cruzeiros no B2C. Na Argentina, a receita cresceu 17,6%, com take rate de 6,6% (-1,0 p.p.), refletindo maior peso da operação B2B (Ola) no mix.
A geração de caixa operacional somou R$ 131 milhões, R$ 39 milhões acima do 2T24. A administração destacou: "A Geração de Caixa Operacional atingiu R$131 milhões no 2T25". O resultado financeiro foi despesa de R$ 74,8 milhões, alta de R$ 58,2 milhões, influenciada por maiores juros sobre antecipação de recebíveis, tributação sobre operações financeiras e menor variação cambial líquida, entre outros efeitos.
Operacionalmente, foram abertas 50 lojas no trimestre (41 no Brasil e 9 na Argentina), totalizando 1.565 unidades. O endividamento geral recuou R$ 118,6 milhões vs. 1T25; a dívida líquida ficou em R$ 399,7 milhões (vs. R$ 555,0 milhões no 2T24), com alavancagem de 0,9x EBITDA LTM.
Para o segundo semestre, a companhia afirmou que seguirá focada em "Crescimento & Inovação", com negociações estratégicas e uso de inteligência artificial em vendas e backoffice. A teleconferência de resultados está marcada para 13 de agosto, às 10h00 (BRT)/09h00 (EST).







