A Lojas Renner (LREN3) divulgou nesta quarta-feira, 30 de julho de 2025, seu Informe do Código Brasileiro de Governança Corporativa referente ao exercício de 2025, mantendo o índice de adesão de 98,1% - patamar alcançado em 2019 e sustentado até hoje. O documento foi aprovado pelo Conselho de Administração e está disponível no site de Relações com Investidores da companhia.
A varejista se consolida como líder em conformidade às melhores práticas de governança desde 2018, quando implementou o informe com índice inicial de 96,2%. A empresa foi pioneira na divulgação do documento no mercado brasileiro, demonstrando compromisso antecipado com os mais elevados padrões de transparência corporativa que se manifesta também na antecipação voluntária do relatório de sustentabilidade anunciada em julho, quando a companhia se comprometeu a divulgar as informações dois anos antes da obrigatoriedade estabelecida pela CVM.
Entre os destaques da estrutura de governança da Lojas Renner estão 100% de independência no Conselho de Administração, 37,5% de participação feminina no CA e 40% na Diretoria, além de Comitê de Auditoria e Gestão de Riscos estatutário e 100% independente. A companhia também vincula a remuneração da Diretoria a metas ESG e mantém canal de denúncias terceirizado com divulgação anual do número de ocorrências. Esta robusta estrutura ganha ainda mais relevância na nova fase estratégica inaugurada pela empresa, quando anunciou estar encerrando "o período de investimentos mais significativo da nossa história" e adotando uma abordagem de estabilidade com investimentos focados.
Com mais de 60 anos de existência, 58 anos no mercado de capitais e 20 anos como a primeira Corporation brasileira, a Lojas Renner reafirma seu compromisso com a criação de valor para stakeholders. Para investidores, a liderança em governança representa menor risco operacional e maior previsibilidade na gestão, fatores que tradicionalmente sustentam múltiplos de valuation mais elevados no longo prazo e que se refletem na capacidade consistente de distribuição de resultados aos acionistas, evidenciada pelos pagamentos regulares de juros sobre capital próprio ao longo de 2025.







