A Méliuz (CASH3) fixou o preço por ação em R$ 7,06 na oferta pública de distribuição primária que totalizou R$ 180,078,029.18. A empresa de cashback emitiu 25.506.803 novas ações ordinárias e concedeu 43.361.563 bônus de subscrição divididos em 5 séries aos investidores participantes.

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Com o aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administração na quinta-feira, 12 de junho, o capital social da companhia passará de R$ 390.407.201,81 para R$ 570.485.230,99, dividido em 112.695.889 ações ordinárias. A oferta representou um aumento de aproximadamente 49,98% em relação ao volume inicialmente planejado através das ações adicionais.

Esta operação consolida a estratégia de captação de R$ 150 milhões anunciada em 19 de maio para fortalecer os investimentos em Bitcoin, superando em 20% o montante inicial previsto. O preço final de R$ 7,06 ficou abaixo da cotação de R$ 8,82 utilizada como referência no protocolo original, refletindo as condições de mercado durante o procedimento de bookbuilding.

A operação foi estruturada em duas modalidades: oferta prioritária para acionistas existentes e oferta profissional para investidores qualificados. O BTG Pactual atuou como coordenador líder da operação, que contou também com esforços de colocação internacional nos Estados Unidos e outros países.

Os bônus de subscrição incorporaram as modificações aprovadas em junho, quando a empresa ajustou a estrutura original para torná-los mais atrativos, reduzindo de 10 para 5 séries e diminuindo os preços de exercício. Os bônus terão exercício escalonado entre agosto e dezembro de 2025, com preços variando de R$ 8,24 a R$ 9,61 por série. As ações e warrants começam a ser negociados na B3 em 16/06/2025, com liquidação no dia seguinte. O cronograma de exercício dos bônus representa uma oportunidade adicional de captação para a empresa nos próximos meses.

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